TRIOXINE o puro suco do Thrash Metal Brasileiro.
Diretamente da transição entre Belém, Pará, e São Paulo, a Trioxine carrega o DNA mais agressivo do Thrash Metal brasileiro, misturando velocidade, brutalidade e um peso contaminado por elementos de Death Metal. A banda aposta em riffs cortantes, vocais rasgados e uma estética apocalíptica que dialoga com zumbis, infecção e colapso social — tudo sem concessões.
Esse conceito se materializa no primeiro full álbum da banda, Bioterrorism, um verdadeiro ataque frontal ao ouvinte. O disco foi lançado fisicamente em 2024, de forma independente, no formato CD, reforçando o compromisso da banda com o underground e com o material físico. Já a versão digital chega oficialmente em 13 de junho de 2025, ampliando o alcance da obra para novas audiências.
“Bioterrorism” vai além do nome provocativo. O álbum constrói uma narrativa baseada no imaginário zumbi e na infecção como metáfora social, refletindo um mundo em decadência. São 10 faixas de thrash/death metal raivoso, com produção crua, direta e agressiva, respeitando a tradição do metal extremo nacional.
A sonoridade da Trioxine dialoga com pilares do metal brasileiro como Sepultura, Sarcófago, Violator, Torture Squad e Nervosa, enquanto flerta com a brutalidade internacional de Slayer, Kreator, Sodom, Dark Angel e Demolition Hammer. O resultado é um álbum rápido, violento e honesto, sem polimento desnecessário.

Faixas como “Bioterrorism”, “Through Underworld” e “Zombie Smashes Face” funcionam como ataques diretos, enquanto “Night of the Dead” e “Agony” aprofundam a atmosfera sufocante. O uso de prólogo e epílogo fecha o disco como um ciclo narrativo completo, conduzindo o ouvinte até o inevitável colapso final.
O lançamento físico em slipcase, acompanhado de pôster, reforça o cuidado estético da banda e o respeito à cultura underground — um detalhe que pesa (literalmente) para quem ainda valoriza o metal além do streaming.
Se você ainda não conhece a Trioxine, “Bioterrorism” é um álbum que não pode faltar na sua lista. Um registro brutal que confirma a força do thrash/death metal brasileiro e prova que a cena segue viva, infectada e em expansão.
Tracklist – Bioterrorism
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Prologue – The End of the Days…
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Bioterrorism
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Through Underworld
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I’m Not the Antidote
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Zombie Smashes Face
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My Undead Princess
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Infect Them All
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Night of the Dead
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Agony
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Epilogue – …The Zombie Apocalypse
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