Se depender de Mike Portnoy, inteligência artificial não vai entrar no processo criativo do Dream Theater tão cedo.
Em entrevista recente, o baterista foi direto ao ponto: a música da banda precisa continuar sendo humana.
Nada de IA no estúdio
Durante a conversa, Portnoy deixou claro que o álbum Parasomnia foi feito de forma totalmente orgânica.
Mesmo com Jordan Rudess explorando IA em projetos pessoais, isso não entrou no processo da banda.
Para ele, composição é algo “sagrado”.
E deve continuar sendo feito por pessoas.
“Prefiro errar do que ser perfeito”
A visão de Portnoy vai além do estúdio.
Ela se estende para o palco.
Ele reforçou que prefere cometer erros reais do que entregar uma performance perfeita e mecânica.
Sem clique.
Sem trilha engessada.
Mais risco.
Mais verdade.
O elemento humano como prioridade
Portnoy também explicou que, dentro do Dream Theater, o baterista funciona como um maestro.
É ele quem guia o tempo, as mudanças e até corrige eventuais desvios ao vivo.
Ou seja:
nada é automatizado.
Tudo depende da banda, em tempo real.
Turnê chegando ao Brasil
E os fãs brasileiros já vão poder ver isso de perto.
O Dream Theater desembarca no país em maio de 2026 com a turnê Parasomnia, passando por seis capitais: Porto Alegre, Curitiba, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Os shows seguem o formato “An Evening With Dream Theater”, com apresentações de cerca de três horas e repertório que mistura o álbum novo com clássicos da carreira.
Datas confirmadas:
- 03/05 – Porto Alegre
- 05/05 – Curitiba
- 07/05 – Brasília
- 09/05 – São Paulo
- 10/05 – Rio de Janeiro
- 12/05 – Belo Horizonte
Um posicionamento claro
Em um momento onde tecnologia invade todos os espaços, Portnoy deixa claro que nem tudo precisa ser automatizado.
Pelo menos no Dream Theater, a prioridade continua sendo a mesma:
música feita por pessoas.
Com falhas.
Com risco.
Com verdade.
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