No podcast Great Company, Jack diz que apresentou mal o projeto e explica a intenção de manter o controle familiar sobre a imagem digital do pai.
Jack Osbourne reconheceu que sua primeira explicação sobre o avatar de inteligência artificial de Ozzy contribuiu para a reação negativa ao projeto. Em entrevista ao podcast Great Company With Jamie Laing, ele afirmou que ainda não estava preparado para apresentar com clareza o que a família pretendia fazer.
Segundo Jack, parte do público interpretou o anúncio como a possibilidade de utilizar a imagem do pai em publicidade indiscriminada. Ele disse que o objetivo é criar uma representação digital autenticada e manter sob controle da família o uso da aparência, da voz e da identidade de Ozzy.
Família explica o funcionamento pretendido
O projeto envolve a Hyperreal e a Proto Hologram. De acordo com as empresas e os Osbourne, o avatar será desenvolvido a partir de material aprovado e poderá conversar com os fãs em instalações específicas.
Jack já havia descrito a proposta como um sistema fechado, sem conexão livre com a internet. A base de informações, segundo ele, deve utilizar declarações de Ozzy e registros considerados corretos sobre o músico.
Imagem digital e legado
Na entrevista, Jack relacionou a iniciativa à preservação dos direitos sobre a imagem digital do pai. Ele argumentou que a família prefere estabelecer esse controle agora a permitir que terceiros definam, no futuro, a forma de utilizar uma recriação de Ozzy.
O filho do cantor também diferenciou a proposta de fingir que Ozzy continua vivo. Sua justificativa é manter a memória e o acesso ao legado do artista. O debate em torno do anúncio, porém, mostra como a utilização de avatares de músicos segue provocando dúvidas entre fãs sobre representação e limites de uso.
Assista à entrevista de Jack Osbourne ao Great Company: