O Dying Fetus está pronto para mais uma ofensiva devastadora.
Os gigantes do death metal confirmaram uma turnê massiva para o outono de 2026 ao lado de nomes que representam diferentes gerações da música extrema. A jornada será co-headline com o Sanguisugabogg e contará ainda com um lineup simplesmente esmagador: Crowbar, Left to Suffer e Deterioration, além de participações selecionadas do Scorching Tomb.
A turnê começa no dia 17 de setembro, na Filadélfia, e percorre mais de 30 cidades até o encerramento em outubro, nos Estados Unidos.
Uma turnê feita para destruir
John Gallagher, vocalista e guitarrista da banda, não economizou nas palavras ao descrever o que vem por aí:
“Esse é o tipo de turnê que a gente quer fazer. Crowbar e Deterioration são lendas, Sanguisugabogg está liderando a nova geração e Left to Suffer é uma das bandas mais promissoras. Vamos levar isso para 32 cidades e não vamos segurar nada.”
Traduzindo: não é só mais uma tour. É um verdadeiro encontro de forças do metal extremo.
América Latina na rota
Depois da passagem pelos Estados Unidos, a turnê segue para a América Latina em novembro, incluindo várias datas no México, América Central e América do Sul.
E sim… o Brasil está no mapa.
📍 24 de novembro de 2026 – São Paulo (Carioca Club)
Uma oportunidade rara de ver um dos nomes mais consistentes do death metal mundial em ação com um lineup de respeito.
Três décadas de brutalidade
Formado em 1991, o Dying Fetus construiu uma carreira baseada em dois pilares: consistência e violência sonora.
Misturando técnica absurda com estruturas diretas e agressivas, a banda se tornou referência ao unir death metal, hardcore e grindcore em uma identidade própria.
Ao longo de nove álbuns de estúdio, incluindo o mais recente Make Them Beg For Death (2023), o grupo segue sendo um dos nomes mais respeitados do underground global.
O que esperar
Se tem uma coisa garantida nessa turnê, é intensidade.
Com diferentes vertentes do metal extremo dividindo o mesmo palco, o pacote entrega:
- brutalidade old school
- peso moderno
- diversidade dentro do extremo
- e energia de show que não dá espaço pra respirar
O recado é claro: essa não é uma turnê pra assistir parado.
Se você curte death metal de verdade, essa é daquelas datas obrigatórias.